Exoesqueleto na logística e manuseio: reduzir os TMS no dia a dia
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Exoesqueleto na logística e manuseio: reduzir os TMS no dia a dia

Exoleton 22/03/2026

Como os exoesqueletos reduzem os TMS em armazéns e na logística. Picking, preparação de pedidos, carregamento: soluções adequadas para cada função.


A logística, um setor de alto risco de TMS

A logística e o manuseio estão entre os setores mais afetados por distúrbios musculoesqueléticos. Picking no chão, transporte de pacotes, gestos repetitivos: os operadores realizam em média 150 a 300 flexões por dia, com cargas de 5 a 25 kg.

As lombalgias representam sozinhas 20% dos acidentes de trabalho no setor. O custo para as empresas é considerável: afastamentos médicos, rotatividade, queda de produtividade.

As funções mais afetadas

Preparador de pedidos / Picker

  • Flexões repetidas para o picking no chão e em prateleiras baixas
  • Transporte de pacotes de 5 a 20 kg, às vezes mais
  • Dias de 7 a 8 horas em pé

Solução recomendada: exoesqueleto dorsal passivo, ultra-leve, que assiste as flexões sem atrapalhar a caminhada entre os corredores.

Carregador / Manuseador

  • Transporte de cargas pesadas (20-30 kg)
  • Movimentos de rotação do tronco
  • Carregamento/descarregamento de caminhões

Solução recomendada: exoesqueleto dorsal com forte assistência ao levantamento. Um modelo ativo pode ser justificado se as cargas frequentemente ultrapassarem 20 kg.

Agente de doca

  • Transporte de cargas variáveis e imprevisíveis
  • Ambiente em movimento (caminhões, paleteiras)
  • Ritmo acelerado

Solução recomendada: exoesqueleto passivo versátil, que não atrapalha os deslocamentos rápidos e suporta cargas variáveis.

Resultados concretos observados

Os retornos de campo no setor logístico mostram:

  • Redução de 30 a 40% da fadiga lombar ao final do dia
  • Diminuição da dor já na primeira semana
  • Taxa de adoção elevada quando o exoesqueleto pesa menos de 1,5 kg
  • ROI mensurável em 6 meses através da redução de afastamentos médicos

As chaves para a implementação no armazém

  • Envolver os operadores: faça-os participar da escolha do modelo
  • Testar por 1 a 2 semanas antes de encomendar para toda a equipe
  • Prever tamanhos adequados: um modelo único não serve para todos
  • Treinar os líderes de equipe: eles são os primeiros agentes de adoção
  • Medir o impacto: questionário antes/depois, acompanhamento dos afastamentos

Descubra nossos testes em armazém

Consulte nossos testes de campo realizados em condições reais em armazéns logísticos, e nossa página dedicada à logística para ver os modelos recomendados.

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